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5 viagens de carro na Europa para 2021

 

2021 chegou e traz com ele a esperança de voltar a viajar em liberdade. Ainda não sabemos quando é que esta esperança se transformará em realidade; até lá teremos de nos adaptar às restrições que vão sendo impostas, eventualmente aliviadas, e que nos obrigam a ser flexíveis e optar por viagens mais individualizadas, mais seguras, mais possíveis.

 

 

Viajar no continente europeu vai continuar a ser uma das opções mais viáveis durante este ano, e um carro ou uma autocaravana são os meios de transportes ideais para viagens personalizadas, ao ritmo dos nossos desejos e preferências. Pessoalmente, sou uma adepta incondicional das viagens de carro e da liberdade de escolha que esta forma de viajar permite. Quando as distâncias são grandes podem tornar-se algo cansativas, mas quem faz o roteiro somos nós, e já escrevi aqui no blogue sobre como evitar certos problemas que viajar de carro sempre acarreta.

 

 

 

Para quem já está a fazer planos para as férias, ou simplesmente para uma escapadinha, deixo-vos aqui 5 roteiros de viagens que já fiz, em diferentes países da Europa, e que são excelentes opções para este ano. Um deles é na nossa vizinha Espanha, e por isso facilmente exequível a partir de qualquer ponto de Portugal. Os outros implicarão, em princípio e por questões de economia de tempo, ir de avião até ao ponto de partida – embora possa, obviamente havendo tempo disponível, ser possível ir de carro do nosso país até esse ponto de partida.

 

 

 

4 dias na ANDALUZIA

 

Quando se fala em Andaluzia, pensa-se logo em flamenco e corridas de touros, Sevilha e Granada, sangria e calamares. Mas a região tem muito mais para conhecer. As estrelas deste roteiro são os pueblos blancos que se dispersam pelas serras de Cádiz e Grazalema. Alguns, como Setenil de las Bodegas ou Arcos de la Frontera, já são famosos, mas há muitos outros, brancos ou não, que são igualmente magníficos. Bornos tem um encantador jardim renascentista, Olvera e Zahara de la Sierra são ninhos de águia com vistas sobre paisagens quilométricas, Júzcar é uma mancha azul-Schtroumpf (ou Smurf, se preferirem), Casares um puzzle em branco e cor de tijolo, e as muralhas do Castillo de Castellar escondem uma aldeia deliciosa e minúscula, quase uma casinha de bonecas, cheia de recantos floridos. O epicentro da região é Ronda, cujo melhor segredo é a Casa del Rey Moro, e onde me eternizei nas esplanadas do bairro junto à mais antiga praça de touros de Espanha, entre saborosas tapas y copas. No regresso a Portugal, o percurso passa pelas monumentais Jerez e Mérida, sempre merecedoras de uma visita.

 

Podem ficar a conhecer mais pormenores no post que escrevi sobre os pueblos blancos da Andaluzia.

Quando ir: Maio é um bom mês para viajar na Andaluzia. Raramente chove e as temperaturas já costumam estar acima de mornas, mas sem o calor asfixiante do Verão.

Dia 1

 

Elvas → Espera → Bornos →Arcos de la Frontera (Total: 336 km)

 

Dia 2

 

Arcos de la Frontera → Grazalema – Zahara de la Sierra → Olvera → Setenil de las Bodegas → Ronda (Total: 128 km)

 

Dia 3

 

Ronda → Júzcar → Gaucín → Casares → Castellar de la Frontera (Castillo de Castellar) → Jerez (Total: 237 km)

 

Dia 4

 

Jerez → Mérida → Elvas (Total: 362 km)

5 dias no SUDOESTE DE FRANÇA

Com início e fim em Toulouse, a cidade rosa (para onde há voos directos a partir de Portugal), este roteiro de cerca de mil quilómetros no sudoeste de França passa por uma grande diversidade de paisagens naturais, históricas e culturais. Em Seuil de Naurouze e Castelnaudary apaixonei-me pelos cenários bucólicos pintados de verde do Canal du Midi, e na Camarga, que fazia parte do meu imaginário desde adolescente, descobri em Saintes-Maries-de-la-Mer uma França que mais parece Espanha, e um Parque Ornitológico onde os flamingos são às centenas e permanecem durante todo o ano. Arles preserva a memória de Van Gogh, e em Avinhão impressionou-me a envergadura brutal do Palácio dos Papas. No bocadinho da Provença que “provei”, em detrimento das mais famosas Gordes e Les Baux-de-Provence, ficaram-me no coração duas localidades atravessadas pelas águas límpidas do rio Sorgue: Fontaine-de-Vaucluse, onde ele nasce, brotando copiosamente de vários pontos por baixo de uma alta falésia (é a maior nascente da Europa); e L’Isle-sur-la-Sorgue, com as suas casas de cores de rebuçado nas margens do rio e o seu ambiente relaxante.

 

 

 

Quando ir: para evitar as enchentes de veraneantes que todos os anos se deslocam para o sul de França e encontrar a zona da Provença já colorida pelo roxo dos campos de alfazema, o ideal é ir em Junho, sobretudo a partir de meados do mês.

 

Dia 1

Toulouse → Seuil de Naurouze → Castelnaudary → Carcassonne → Homps → Ponte-canal de Repudre → Étang de Montady (Nissan-lez-Ensérune) → Túnel de Malpas → Les 9 Écluses de Fonseranes → Villeneuve-lès-Béziers (Total: 200 km)

Dia 2

Villeneuve-lès-Béziers → Béziers → Agde → Sète → Nimes → Arles (Total: 176 km)

Dia 3

Arles → Parque Ornitológico de Pont de Gau (Camarga) → Saintes-Maries-de-la-Mer → Aigues-Mortes → Le Grau-du-Roi → Arles (Total: 127 km)

Dia 4

Arles → Les Baux-de-Provence → Saint-Rémy-de-Provence → L’Isle-sur-la-Sorgue → Fontaine-de-Vaucluse → Gordes → Abadia de Sénanque → Avinhão → Arles (Total: 175 km)

 

Dia 5

 

Arles → Toulouse (Total: 324 km)

 

 

 

 

11 dias na ISLÂNDIA

 

Durante a viagem que fiz na Islândia, o país feito de gelo e fogo, tive quase constantemente a sensação de estar noutro planeta. A atmosfera tem um toque de surrealismo, sobretudo quando andamos pelo norte – e fiz questão de conhecer uma parte dos Westfjords, o norte mais extremo, menos populoso e menos visitado, onde a sensação de isolamento é por vezes total e a quietude é tanta que as paisagens parecem como que congeladas no espaço e no tempo. Depois há os contrastes, como na região do lago Mývatn, onde num espaço de poucos quilómetros passamos do verde da floresta em Höfði à paisagem lunar quase negra de Hverfjall, e logo a seguir às cores de Hverir, sulfúreas e desfocadas pelo vapor. E há a força assustadora da água nas cascatas de Detifoss, Goðafoss ou Skógafoss, ou da erupção do géiser Strokkur, a emoção de ver uma baleia-de-bossa saltar inesperadamente de dentro de água, a diversão que é observar os desengonçados papagaios-do-mar em Látrabjarg.

 

 

Além dos vários posts que já publiquei sobre alguns dos dias desta viagem, no artigo Coleccionar paisagens surreais na Islândia há informações úteis que convém ter em conta quando se viaja de carro ou autocaravana pela Islândia.

 

 

 

Quando ir: para visitar todo o norte sem encontrar estradas cortadas pela neve, e evitar as afluências turísticas de Agosto, Julho é o melhor mês para viajar pela Islândia. Os dias são enormes e as temperaturas suportáveis, apesar de frias.

 

 

 

Dia 1

 

Reiquiavique

 

Dia 2

 

Reiquiavique → Búðakirkja → Rauðfeldsgjá → Arnarstapi → Londrangar → Ólafsvík → Kirkjufellsfoss → Hlíð í Hörðudal (Total: 370 km)

 

Dia 3

 

Hlíð í Hörðudal → Garðar BA 64 → Látrabjarg → Museu Hnjótur → Rauðisandur → Patreksfjörđur → Tálknafjörđur (Total: 395 km)

 

Dia 4

 

Tálknafjörđur → Listasafn Samúels Jónssonar → Dynjandi → Flateyri → Ísafjörður → Tálknafjörđur (Total: 395 km)

 

Dia 5

 

Tálknafjörđur → Búðardalur → Eiriksstadir → Glaumbær → Skagafjörður → Hófsós (Total: 501 km)

 

Dia 6

 

Hófsós → Siglufjörður → Akureyri → Goðafoss→ Höfði → Grjótagjá → Hverir → Dettifoss → Selfoss → Brekka (Total: 381 km)

 

Dia 7

 

Brekka → Húsavík → passeio de barco (baleias) → Brekka (Total: 58 km)

 

Dia 8

 

Brekka → Krafla→ Egilsstaðir → Gufufoss → Seyðisfjörður → Djúpivogur → Stokksnes (Viking Village) → Hornafjörður (Total: 548 km)

 

Dia 9

 

Hornafjörður → Jökulsárlón + Diamond Beach → Fjallsárlón → Hof → Svartifoss→ Skeiðarársandur → Fjaðrárgljúfur → Vík í Mýrdal → Reynisfjara → Skógafoss → Selljavallalaug (Total: 342 km)

 

Dia 10

 

Selljavallalaug → Seljalandsfoss + Gljúfrabúi → Keldur → Hella → Kerið → Faxi → Oxarárfoss + Parque Þingvellir → Geysir → Gullfoss → Flúðir (Total: 304 km)

 

Dia 11

 

Flúðir → Landmannalaugar → Reiquiavique (Total: 299 km)

15 dias na ROMÉNIA

 

 

 

A Roménia tem uma diversidade paisagística como poucos países na Europa e um património natural e arquitectónico invejável. Devido ao seu percurso histórico agitado, cada região tem características culturais específicas, por isso viajar na Roménia é quase como andar a saltar de país para país, e não há qualquer hipótese de monotonia. O turismo é sobretudo capitalizado para a região da Transilvânia, muito por conta da fama de Vlad Dracul III e do seu aproveitamento por Bram Stoker para criar o vampiro mais conhecido da literatura (podem conhecer mais um pouco da verdadeira história daquele príncipe no post que escrevi sobre ele). O roteiro começou com dois dias passados em Bucareste, seguimos para norte e descobrimos aquele que é para mim o melhor segredo da Roménia e percorremos a fantástica Transfăgăraşan. Andámos pela quase desconhecida região de Maramureş e visitámos o extraordinário Cemitério Feliz de Săpânţa, uma das várias razões pelas quais vale tanto a pena visitar este país, fomos à Bucovina para ver ao vivo os seus coloridos mosteiros, descobrimos a beleza do desfiladeiro de Bicaz e do seu vizinho Lacul Roşu. Visitámos as encantadoras cidades de Brasov, Sibiu e Sighişoara, e as igrejas fortificadas que são património da UNESCO. E, claro, não podíamos deixar de ir conhecer os célebres castelos de Bran e de Peleş (e neste post podem perceber melhor porque é que este é considerado um dos mais belos palácios da Europa).

 

 

 

Quando ir: com excepção do sul e do triângulo Brasov-Bran-Sinaia, a Roménia não é um país com grande pressão turística, e pode perfeitamente ser visitado em Agosto. Ainda assim, contem com temperaturas a tender para o fresco nas zonas montanhosas de Făgăraş e dos Cárpatos.

 

 

 

Dias 1 e 2

 

Bucareste

 

Dia 3

 

Bucareste → Targovişte → Curtea de Argeş → Transfagaraşan → Sibiu (Total: 350 km)

 

Dia 4

 

Sibiu → Hunedoara → Câlnic → Sibiu (Total: 270 km)

 

Dia 5

 

Sibiu → Museu Astra → Sibiu (Total: 15 km)

 

Dia 6

 

Sibiu → Vişeu de Sus → Ruscova (Total: 420 km)

 

Dia 7

 

Ruscova → Vişeu de Sus → passeio no Mocăniţa → Borşa → Ruscova (Total: 105 km de carro + 43 km de comboio)

 

Dia 8

 

Ruscova → Săpânţa → Igreja de Sat-Șugatag → Igreja de Desești → Igreja de Șurdești → Mosteiro de Bârsana → Ruscova (Total: 255 km)

 

Dia 9

 

Ruscova → Mosteiro de Prislop → Mosteiro de Vatra Moldoviței → Mosteiro de Sucevița → Mosteiro de Arbore → Gura Humorului (Total: 260 km)

 

Dia 10

 

Gura Humorului → Mosteiro de Humorului → Mosteiro de Voroneț → desfiladeiro de Bicaz → Lacul Roşu → Gheorgheni (Total: 210 km)

 

Dia 11

 

Gheorgheni →igreja de Biertan → Sighişoara (Total: 206 km)

 

Dia 12

 

Sighişoara → Igreja de Dârjiu → Igreja de Saschiz→ Igreja de Viscri → Braşov (Total: 190 km)

 

Dia 13

 

Braşov → Castelo de Peleş → Castelo de Bran → Braşov (Total: 130 km)

 

Dia 14

 

Braşov → Igreja de Prejmer → Igreja de Hărman→ Braşov (Total: 40 km)

 

Dia 15

 

Braşov → Snagov → Bucareste (Total: 170 km)

 

 

 

 

2 semanas na CROÁCIA (com um pulinho a MONTENEGRO)

 

 

 

A apetência pela Croácia como destino de viagem tem aumentado extraordinariamente desde há alguns anos, e não é difícil perceber porquê: o país oferece cultura, praias de água morna e beleza paisagística em doses iguais. Além das cidades incontornáveis de Zagreb, Split e Dubrovnik, este roteiro propõe as menos conhecidas (mas não menos merecedoras) Zadar, Trogir e Šibenik. Obrigatório é também visitar aquele que é provavelmente o parque natural mais bonito da Europa: o Parque dos lagos de Plitvice. Para aproveitar o sol e a beleza da costa da Dalmácia, sugiro uns dias na zona balnear de Seget Donji e uma escapadela à famosa praia de Zlatni Rat, na ilha de Brač. E vale a pena incluir um dia extra para ir até Montenegro conhecer a fabulosa baía de Kotor e as não menos famosas localidades de veraneio de Sveti Stefan e Budva.

 

 

 

Quando ir: a costa e as ilhas da Dalmácia são perfeitas para passear e ao mesmo tempo fazer praia, mas a época alta de Verão é obviamente de evitar. O melhor mês é sem dúvida Setembro. Embora no norte do país as temperaturas já estejam um pouco mais frescas, a sul da montanha de Velebit o clima é mais quente e seco, e as águas mornas do Adriático garantem maravilhosos banhos de mar.

 

 

 

Dia 1

 

Zagreb → Plitvice (Total: 137 km)

 

Dia 2

 

Parque dos Lagos de Plitvice

 

Dia 3

 

Plitvice → Split → Trogir → Seget Donji (Total: 288 km)

 

Dia 4

 

Seget Donji → Trogir → Seget Donji (Total: 7 km)

 

Dia 5

 

Seget Donji

 

Dia 6

 

Seget Donji → Šibenik → Seget Donji (Total: 91 km)

 

Dia 7

 

Seget Donji → Split → Brač (praia de Zlatni Rat) → Split → Seget Donji (Total: 65 km + barco + 72 km táxi)

 

Dia 8

 

Seget Donji

 

Dia 9

 

Trogir → Dubrovnik (Total: 269 km)

 

Dia 10

 

Dubrovnik (ilha de Lokrum)

 

Dia 11

 

Dubrovnik → Čavtat → Perast (Montenegro) → Kotor (Montenegro) → Sveti Stefan (Montenegro) → Budva (Montenegro) → Dubrovnik (Total: 229 km)

 

Dia 12

 

Dubrovnik

 

Dia 13

 

Dubrovnik → Zadar (Total: 346 km)

 

Dia 14

 

Zadar → Zagreb (Total: 285 km)

 

 

***

 

 

Na imensa diversidade de viagens que a Europa nos permite, espero que estas propostas sejam inspiradoras para que não desistam de fazer planos para viajar. Mesmo com algumas condicionantes, e com o cuidado de não colocar em risco a nossa saúde ou a dos outros, haverá sempre alguma forma de sair do nosso casulo e ir conhecer novos horizontes. Basta ter vontade.

 

 

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Outros posts com roteiros na Europa:

 

Na Galiza, entre mosteiros e fervenzas

 

Primavera nas Astúrias – parte I

 

Primavera nas Astúrias – parte II

 

Os pueblos blancos da Andaluzia

 

Um cheirinho a sul de França – O roteiro completo

 

Coleccionar paisagens surreais na Islândia

 

Croácia – diário de viagem XVII – O roteiro completo

 

Dois dias em Bucareste – dia 1

 

Dois dias em Bucareste – dia 2

 

Um roteiro na Roménia

 

 

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7 Comentários

  1. Já fiz Itália – Eslovénia – Croácia – Bósnia – Croácia – Itália em 2 semanas, e recomendo totalmente. A Bósnia é incrível e pouco explorada, fica a recomendação.

  2. Deve ter sido uma bela viagem, um bocadinho mais acelerada do que a minha 🙂 Da Bósnia só vi mesmo o pedacinho que atravessámos para chegar a Dubrovnik. Na altura ainda pensámos em ir a Mostar em vez de ir a Kotor, mas a minha curiosidade sobre o Montenegro falou mais alto. A Eslovénia está nos meus planos, quero ir conhecer o país com calma, sobretudo os parques naturais.
    Tanto para ver e tão pouco tempo… 😉
    Obrigada pela visita!

  3. O nosso percurso foi, no fundo, descer por dentro e subir pela costa. Claro que foi um bocadinho acelerada, mas deu para conhecer bastante, sobretudo da Croácia e Bósnia. Na Eslovénia limitámo-nos a Bled e Ljubljana.

  4. Muito interessante.
    Mas seria ainda mais interessante saber quanto pagou de rent a car em cada um desses países. Ajudaria a quem pretende ter uma ideia do gasto…

  5. Os alugueres de carro variam muito consoante a empresa que se contrata, a época em que se viaja, o tipo de carro (que por sua vez depende do número de pessoas e do uso que se quer fazer dele), a cobertura do seguro, etc., por isso não sei se este tipo de informação seria realmente útil. Além disso, os preços estão sempre a mudar e ficam rapidamente desactualizados, por isso colocar aqui o que paguei por uma viagem que fiz há 3 ou 4 anos acabaria por ser enganador. É muito fácil e rápido fazer uma simulação online, directamente no site da empresa de rent-a-car ou numa plataforma tipo Rentalcars (que é a que uso habitualmente), e saber exactamente, com valores actuais, qual será o custo do aluguer de um carro.
    Obrigada pela sugestão e pela visita 🙂

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